A comunidade residente de roazes-corvineiros utiliza o estuário do Sado e a costa próxima da Arrábida e de Tróia. A sua vida não se limita, por isso, à linha de água que vemos da cidade. [1]
O Centro Interpretativo do Roaz do Estuário do Sado, na Casa da Baía, ajuda a perceber essa geografia. Aberto em 2018, reúne uma mesa dedicada ao território, informação sobre espécies relacionadas com os roazes e painéis multimédia onde se podem conhecer as suas vocalizações. Inclui também o esqueleto de um roaz-corvineiro. [1]
É um ponto de partida em terra para olhar o estuário com mais atenção. Conhecer os animais, os sons e os espaços que frequentam dá outro sentido a um eventual encontro na água, sem fazer desse encontro uma promessa.
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